PROJETO 1: RESULTADOS MAIS RÁPIDOS
Para os cientistas de dados, o que
importa é a composição perfeita. E como eles não são poetas, isso
significa que querem encontrar uma formulação para um produto que
encantará o cliente. O cliente pode vir da MPP, PLA, LAB ou outra BU.
“Os colegas que querem melhorar as propriedades de um produto estão
exatamente no lugar certo conosco”, declara Lynn Ferres, da equipe de
Ciência de Dados e IA, DSAI, da área central de TI.
A equipe da
DSAI desenvolveu uma abordagem que permite apresentar mais rapidamente
sugestões promissoras para variantes otimizadas de produtos com o apoio
de aprendizado de máquina. Essa abordagem foi aplicada com sucesso em
várias unidades de negócios. Por exemplo, a BU PLA já havia desenvolvido
um retardante de chamas muito bom. Então, ele precisou ser testado com
diferentes ingredientes em diversas quantidades para encontrar uma
versão otimizada de um plástico. As entradas e saídas complexas e
multivariáveis foram analisadas com a ajuda de um modelo de IA. Um
processo contínuo e iterativo, o aprendizado sequencial, forneceu várias
formulações. “Nossos especialistas em retardantes de chamas, He
Qingliang e Christopher Simpson, decidiram quais dessas sugestões seriam
testadas posteriormente”, explica Lynn Ferres. Com seu know-how, eles
conseguiram avaliar bem as propostas da IA. “Agora, temos duas
candidatas que têm características muito boas em todas as
variáveis-alvo”, completa Ferres. As escolhidas estão deixando o
microcosmo do laboratório e sendo produzidas em escala de quilogramas. O
material está sendo testado quanto à sua resistência à tração e à
flexão, bem como ao seu estiramento, além de suas propriedades
retardantes de chamas. Mas mesmo que as formulações candidatas tenham um
bom desempenho nos testes, o cliente pode rejeitá-las. “Se forem muito
boas, geralmente são muito caras. Nesse caso, precisamos combinar o
produto com as demandas e as aplicações do cliente”, explica Ferres de
forma prática. A empresa quer gerar vendas com suas inovações – esse é o
principal objetivo.
Hanna Kahlfeld, também cientista de dados
da equipe da DSAI, acabou de concluir um projeto com a BU MPP. “Os
colegas nos procuram quando não encontram soluções no laboratório. Os
casos são sempre complicados”, conta ela. Mas com a ajuda da abordagem
de aprendizado sequencial, eles encontraram rapidamente uma formulação
que atendia às propriedades especificadas. “Isso foi mais uma
confirmação de que nossa abordagem funciona”, diz ela. Isso também
convenceu outras pessoas e, assim, o desenvolvimento de formulações com
auxílio de IA foi ancorado na Excelência em Inovação. Afinal, a
abordagem demonstrou que a LANXESS é capaz de desenvolver produtos novos
e melhorados de forma mais rápida. Kahlfeld agora está convidando
qualquer pessoa a entrar em contato com ela e sua equipe no caso de tais
questões.